EM FAMILIA A NOVELA MAIS SEM SAL DOS ULTIMOS TEMPOS


sexta-feira, Laerte (Gabriel Braga Nunes) morre ao ser baleado por Lívia (Louise D' Tuani) na porta da igreja logo após o casamento dele com Luiza (Bruna Marquezine) e não resiste. Lívia quer matar Laerte porque ela ouve Laerte tirando sarro dela com Verônica (Helena Ranaldi) e fica transtornada. Laerte provoca Lívia, abraça a moça, beija de leve seu pescoço, chega perto de seus lábios, ensaia um beijo, mas não dá. “Não faça assim comigo. Eu estou sofrendo por gostar tanto de você. Por isso queria sair daqui, mudar de cidade, desaparecer”, fala ela. Ele pede calma e tranquiliza a jovem com os lábios, provocando, mas recuando.
Os dois são interrompidos por Verônica, que diz que ele está enlouquecendo Lívia. “Ela está fascinada, hipnotizada por você. Tenho medo que faça uma besteira. Ela é muito nova, me contou que acabou com um namoro de dois anos por sua causa”, diz. Laerte debocha: “É uma bobona, sentimentaloide. Acha que eu vou me envolver com uma garota assim. Levo no banhomaria, para ela não ficar com raiva de mim. Não tenho tempo para me preocupar com ela”. Ele só não sabe que Lívia está ouvindo o papo. Já na igreja, o flautista sorri para a moça, que não corresponde. No fim da cerimônia, uma mão se destaca com uma arma e atira em Laerte, que cai numa poça de água.
Helena (Julia Lemmertz), Shirley (Viviane Pasmanter), Verônica (Helena Ranaldi), Luiza e Lívia estão em meio aos outros personagens que rodeiam Laerte deitado no chão, a chuva caindo sobre ele. Luiza e Shirley destacam-se, já que estão abaixadas junto ao corpo, sendo que Luiza colocou a cabeça dele sobre o seu colo. Formam um belo contraste: uma toda de branco e a outra toda de preto. Deitado no chão, perdendo a vida a cada segundo, Laerte passa os olhos pelos rostos das cinco mulheres. Há um close de cada uma delas olhando para ele, lacrimejantes, e vendo e sentindo quanto amor lhe deram.
Helena, por exemplo, lembra-se de uma cena de beijo em Goiânia, quando jovens. E todas as outras lembram de cenas que marcaram suas vidas. Sempre cenas de amor. A última em que ele fixa o olhar é justamente Lívia.  "Por quê?", pergunta ele, num sopro de voz. Lívia chora sem ruído e não responde. Durante essa confusão toda, ouvem-se várias sirenes de polícia e ambulância. Em determinado momento, Shirley e Luiza ficam bem próximas, as duas agarradas a ele, cada uma parecendo querer levar Laerte consigo. Lágrimas correm em seus rostos. Um policial começa a afastar as pessoas que empurram, que querem ver Laerte no chão. Leto está de pé, olhando o pai, com a flauta numa das mãos. Um outro policial segura Lívia pelo braço e vai levando a jovem dali. Lívia resiste um pouco, quer ficar perto, olhando para ele, mas acaba acompanhando o policial.
E assim, em meio a essa confusão de sentimentos, Laerte sorri para Luiza e morre com os olhos abertos. Ela reprime um grito e estreita-o nos braços com mais vigor. Shirley sofre. Todos sofrem. Em algum momento vemos Selma olhar o filho morto, fazer o sinal da cruz e perguntar à Chica, referindo-se a ele: "Quem é?". Depois, há uma passagem de tempo que mostra Selma e Shirley visitando o túmulo de Laerte em Goiânia. Luiza, recém-chegada de Paris com os pais, vai ao Galpão. "Sinto saudades do Galpão. É a música, a dança, a arte de uma maneira geral que nos deixa mais jovens e mais bonitos também. O Laerte me dizia: 'Quero viver sempre num palco. É uma forma de não envelhecer e não morrer'", diz Luiza para Alice (Érika Januza).
A moça diz que ele era um grande artista e a viúva concorda. "E um grande sedutor. Sabia errar e em seguida se desculpar. Pedir perdão. E a gente não tinha como não aceitar! Fui a mulher mais feliz do mundo tão cedo!", diz. "Vai aparecer um outro homem pra te encantar", fala Alice. "Pode ser. Não fechei os olhos para a vida, a alegria e o amor. Um homem que não seja tão complicado como o Laerte, mas que me faça ir ao céu sempre que me tocar! Como ele sabia fazer!", responde Luiza. Olham-se com carinho e batem as mãos.


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Em ensaio para 'fim do capitalismo', alemã fica um ano sem comprar nada

Greta Taubert transformou seu apartamento em célula autossuficiente.
Quando acabou o 'ano sabático', sua primeira compra foi uma meia-calça.


Greta Taubert escreveu um livro sobre sua experiência de um ano sem comprar nada (Foto: Stephan Pramme/Divulgação)

"Minha experiência era sobre quebrar as correntes da sociedade de consumo. Pouco a pouco, queria conquistar minha independência da indústria, da publicidade e do capital", disse a jornalista de 30 anos ao G1, por email.
Comi só carne de animais que eu mesmo abatia"
Greta Taubert
"Fiz uma dieta de compras, comi só carne de animais em que eu mesma atirava e os abatia, reduzi minha alimentação pouco a pouco de vegetariana para vegana, depois freegan (a partir de containers de supermercados), depois para uma alimentação vegana de alimentos-cultivados-em-casa até chegar a só-frutas-frescas-e-ervas. Vivia com apenas três litros de água por dia, tentei implantar os conceitos de doação, compartilhamento, permuta, faça-você-mesmo e carona sem dinheiro pela Europa."
Apesar de ter usado internet algumas vezes "para explorar a economia colaborativa, sites de trocade roupas, sapatos e acessórios" e para "descobrir como fazer coisas com sobras", ela diz que conseguiu mais ajuda com vizinhos e amigos sobre como se virar com absolutamente tudo sem consumir.
Depois de um ano, alguns quilos perdidos e dinheiro poupado, ela escreveu um livro que publicou na Alemanha em fevereiro chamado "Apocalypse Now" - como o filme de Fracis Coppola sobre a Guerra do Vietnã de 1979. "Comecei com uma perspectiva pessimista de como o mundo ocidental entraria em colapso e eu afundaria junto. Mas quanto mais eu entrava em ação, experimentando e brincando, mais descobria a alegria de uma nova sociedade em potencial."
Veja os principais trechos da entrevista de Greta ao G1:
G1 - Como surgiu essa ideia?
Greta Taubert - 
Tudo começou em uma tarde de domingo comum, na casa dos meus avós. A família estava toda reunida ao redor da mesa, cheia das mais deliciosas comidas e bebidas: bolos de todo tipo. sanduíches, salsichas etc. Estava sem fome, pois a gente tinha almoçado poucas horas antes, mas fome não era uma coisa considerada necessária para comer. Nós sentamos ali e comemos um universo de calorias para mostrar que tudo estava bem - com a gente, com a família, com a nação.
Mas enquanto bebericava meu café, percebi pela primeira vez que todas essas pessoas felizes da minha família já haviam vivenciado um sistema em colapso: meus pais nasceram na República Democrática Alemã [Alemanhã Oriental], criaram uma família e tinham empregos - até 1989, quando tudo ruiu. Meus avós eram crianças quando Hitler tentou criar um Império-de-1000-anos, que foi [ainda bem] terminado após 12. E meus bisavós nasceram sob uma monarquia. Três gerações, três ideologias, três colapsos. O que me faz ter tanta certeza de que esse capitalismoocidental com todas as suas perversões, seu superconsumo, seus recursos acabando e suas desigualdades sobreviverá?

G1 - Como você encontrou o lugar perfeito para a experiência?
Greta Taubert -
 Visitei diferentes pessoas em diferentes partes da Alemanha: um fazendeiro autossuficiente, uma comunidade hippie, uma grupo nômade, um parque com trailers, um homem na floresta, meus avós e muito mais. Todos que pudessem ter alguma habilidade que me ajudasse a sobreviver ao fim do capitalismo ocidental. Tentei levar isso que eles me ensinaram por dias ou semanas ao meu apartamento em uma cidade alemã.
A alemã Greta Taubert (Foto: Stephan Pramme/Divulgação)A alemã Greta Taubert (Foto: Stephan Pramme/
Divulgação)
O melhor da experiência foi ver que não existe um grupo fechado que pesquisa formas alternativas de pensar e viver. Eu me encontrei com jardineiros urbanos, hackers, hippies,homens de negócios, fazendeiros, anarquistas, artistas e boêmios, tudo para descobrir que todos têm a mesma vontade de se unir para resistir ao que vem pela frente. Nós realmente devemos começar a perceber que dinheiro e consumo nos separou. Todo mundo é capaz de resolver qualquer problema no mundo com dinheiro. Todo aspecto da vida foi monetarizado - até o novo “Zeitgeist“ de compartilhar. Quando você sai dessa lógica por um tempo, você experimenta uma nova riqueza esmagadora: de tempo e de comunidade.
G1 - Como foram os primeiros dias longe de tudo?
Greta Taubert -
 Só para enfatizar: eu não vivi como uma eremita em uma cabana fora da sociedade de consumo. A maior parte do tempo eu morei no meu apartamento, que tentei transformar em uma célula autossuficiente. Não queria virar uma dessas loucas isoladas que viram as costas para a sociedade e para a vida normal. Amo a minha vida, os confortos do estilo ocidental de viver, amo a época em que eu vivo e não quero perder isso. Temi que um dia tudo isso fosse acabar. Nós exploramos recursos, solos, água. Nós desperdiçamos quantias enormes de tudo, estamos afogados em plástico - e fingimos que infelizmente não há volta.
Comi apenas terra e água por cerca de uma semana para limpar meu corpo"
Greta Taubert
G1 - Poderia contar um momento engraçado ou forte que viveu nesta experiência?
Greta Taubert -
 Queria descobrir como se vivia só com frutas e ervas. Felizmente existe um grupo na Alemanha que vive com uma dieta radical de alimentos crus chamada ‘Urkost’. Eles não querem depender de nenhum procedimento agrícola. Pensei: ‘ou eles são loucos ou são uma seita de suicidas!’
Para me preparar para esse tipo de dieta radical, comi apenas (um tipo especial de) terra e água por cerca de uma semana para limpar meu corpo de todo tipo de alimento industrializado e processado agricolamente. Foi difícil, perdi a consciência diversas vezes. Depois vivi junto com uma mulher que se alimenta apenas com frutas frescas e plantas há mais de 20 anos. Antes de chegar na casa dela, estava com a maior fome que senti na vida. Realmente senti que podia morrer de fome. Mas aconteceu o contrário, em poucos dias me senti muito bem, só com as ervas e frutas. Foi uma bênção!

G1 - O que sua família e amigos acharam da experiência?
Greta Taubert - 
Na verdade, minha família não entendeu porque eu queria sair da zona de conforto. Eles viveram o que poderia ser uma sociedade com escassez e fome. Disse a eles: minha geração nunca lidou com nada existencial. Não sabemos como permutar, como reformar, plantar, aquecer, ser autossuficiente. Tudo o que sabemos é como ir ao mercado e ao shopping. Isso nos torna muito dependentes do fato de que tudo ficará como é. Que nós consumimos, consumimos, consumimos. Porque esta é a base do nosso sistema. [...] Mas seremos confrontados com a situação de escassez cedo ou tarde. Por que deveríamos esperar que a miséria nos faça agir?
Não dá para não consumir. Tudo o que fazemos está ligado à sociedade de consumo. Mas podemos trabalhar contra a perversão disso tudo: o hiperconsumo"
Greta Taubert
G1 - Qual sua conclusão sobre a sociedade de consumo?
Greta Taubert - 
Não dá para não consumir. Tudo o que fazemos está ligado à sociedade de consumo. Mas podemos trabalhar contra a perversão disso tudo: o hiperconsumo. Quando você planta sua própria cenoura, você vai comê-la mesmo que não tenham a forma perfeita e mesmo que elas não sejam as mais frescas da geladeira. Quando você faz sua própria cadeira, você provavelmente cuidará mais dela do que a que você comprou por 5 euros no Ikea (rede de lojas de móveis). E quando você descobre a alegria de permutar e reciclar, valoriza muitas coisas que foram rotuladas de lixo antes.

G1 - O que mudou em você após esse ano?
Greta Taubert - 
Eu abandonei o julgamento do que é normal. Se alguém que vive do lixo pode ser um cara normal - ou aquele que joga as coisas no lixo. É normal a especulação imobiliária ou a  invasão?
G1 - Qual foi a primeira coisa que você comprou quando chegou?
Greta Taubert - 
Meias-calças. É uma coisa que rasga toda hora, não dá pra arrumar, não pode ser trocada, mas ainda é uma paixão de menina que eu provavelmente nunca vou superar.
G1 - Qual lição você tira da experiência?
Greta Taubert - 
A era do ‘mais, mais, mais’ acabou. Estamos entrando em um novo episódio na história. Preparem-se -- e não percam a alegria de experimentar e brincar.
G1 - Por que seu livro se chama 'Apocalypse Now!'?
Greta Taubert -
 Porque comecei com uma perspectiva pessimista de como o mundo ocidental entraria em colapso e eu afundaria junto. Mas quanto mais eu entrava em ação, experimentando e brincando, mais eu descobria a alegria de uma nova sociedade em potencial. Eu me perguntei: por que devo esperar que o velho sistema entre em colapso? Por que não tentar novas formas de viver junto antes que tudo acabe? Nós temos o grande, grande luxo de poder ensaiar. Deveríamos usá-lo.

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